sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Há muito tempo atrás (LIBRAS)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

"Heldy Meu Nome -- Rompendo as barreiras da surdocegueira"

25/12/2012 - 04h42

Livro conta história de Heldy, surdocega que se comunica pelo tato

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
Quando tinha pouco mais de um ano de idade, tudo que Heldyeine sabia fazer era chorar e se arrastar de costas no chão, o que lhe deixava com falhas no couro cabeludo. Surdocega congênita por causa da rubéola contraída pela mãe na gravidez, a criança parecia isolada.
Pouco a pouco, Heldy foi aprendendo a pegar objetos, andar, alimentar-se, tomar banho, reconhecer pessoas e emoções, expressar desejos e interagir com o mundo, tudo por meio do toque.
Hoje, aos 21, Heldyeine Soares se comunica por Libras (Língua Brasileira de Sinais) tátil --os sinais são feitos nas mãos, que ficam em forma de concha, para que ela os sinta e os interprete.
Seu mundo, feito de gestos que identificavam coisas e pessoas, foi sendo traduzido para a Libras tátil, o que ampliou suas possibilidades de interação e abstração.

Jarbas Oliveira/Folhapress
Heldy (à direita) conversa com a irmã Heldijane, 26, por meio das mãos
Heldy (à direita) conversa com a irmã Heldijane, 26, por meio das mãos
A história da menina acaba de ser publicada no livro "Heldy Meu Nome -- Rompendo as barreiras da surdocegueira", escrito pela pedagoga Ana Maria de Barros Silva, impressionada com o desempenho de Heldyeine.
"Essa é uma história de sucesso que não poderia ficar apagada. Surdocegos congênitos como ela tendem a ficar isolados, não têm esse desenvolvimento", diz a autora, que trabalha há 40 anos com a educação de surdocegos.
Grande parte desse sucesso é mérito da professora aposentada Marly Cavalcanti Soares, do Instituto dos Cegos de Fortaleza, que encarou o desafio de ensinar a menina, apesar de ter poucos recursos e de seu desconhecimento sobre a surdocegueira.
O livro só pôde ser escrito graças aos seus detalhados relatórios do progresso de Heldy. Anotava cada conquista, tirava fotos e fazia vídeos, batizados de "Renascer".
Os textos dão uma ideia de como o progresso foi alcançado e comemorado e mostram como Heldy aprendia rápido e dava sinais de que queria mais. Depois de aprender a andar, já recusava a ajuda da professora para subir escadas, como se pedisse mais autonomia.
Ela logo conseguiu identificar as pessoas --reconhecia a professora pelas blusas com botões e tinha um gesto para cada membro da família.
PARCERIA
Junto com Marly, a mãe e as irmãs de Heldy lutaram para que a menina se desenvolvesse dessa forma.
Jarbas Oliveira/Folhapress
Heldy faz bijuterias em sua casa
Heldy faz bijuterias em sua casa
De origem simples, a família de Maracanaú (a 15 km de Fortaleza, CE) levava quase duas horas para chegar ao Instituto dos Cegos de Fortaleza de ônibus.
A mãe, Jane, abandonada pelo ex-marido, cuidava sozinha de Heldy e das duas filhas mais velhas. Apesar das dificuldades, insistia na atenção especial à caçula.
"A Heldy é quem ela é hoje graças a Deus, à minha mãe e à tia Marly, que provou que, por amor, é possível tornar uma pessoa capaz como ela fez", conta Heldijane Cidrao, 26, irmã de Heldy.
Heldijane cuida da irmã desde os cinco anos --era chamada pela professora de "pequena grande mãe". Envolveu-se tanto que se casou com o professor de Libras de Heldy, que é surdo, e se tornou intérprete de surdos e surdocegos.
"Esse livro me emociona porque ler é como viver tudo de novo. Quando eu tinha seis anos, a tia Marly me colocou no colo e me disse que, quando eu tivesse sede, Heldy também teria e que eu deveria dar água a ela. Quando estivesse com fome, deveria dar algo de comer a Heldy. Hoje tenho uma filha de seis anos e me imagino fazendo tudo que fiz na idade dela."
Agora, Heldy tem bastante autonomia --a família só não deixa que saia na rua sozinha ou cozinhe. Frequenta o Instituto de Surdos de Fortaleza para aprimorar seu conhecimento de Libras e faz bijuterias no tempo livre.
Algumas das anotações da professora Marly que estão no livro são dirigidas diretamente a Heldy. Seu sonho era que um dia a menina pudesse ler sua própria história.
Os primeiros capítulos foram enviados à jovem em braile --ela lê, mas não fluentemente --e o livro todo deve ser lançado nesse formato.
HELDY MEU NOME
EDITORA United Press
PREÇO R$ 22,90 (219 páginas)

 http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1206114-livro-conta-historia-de-heldy-surdocega-que-se-comunica-pelo-tato.shtml

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

domingo, 9 de dezembro de 2012

Informações Surdocegueira


Surdocegueira informações importantes

Sou intérprete de Libras e guia intérprete e sei o quanto é desafiador para o profissional intérprete passar da maneira mais clara possível o que ocorre ao seu redor. 


Essa matéria abaixo foi retirada do site oficial da Feneis, que junto com o INES tem muito conhecimento sobre o assunto, inclusive nessa mesma matéria aparecem várias instituições que são especialistas no assunto de surdocegueira que acompanham e ensinam pessoas que são surdascegas.


Fonte de pesquisa: http://www.feneis.org.br/page/index.asp


Causas

Na maioria das vezes a causa da surdocegueira é a rubéola na gestação. Já nos adultos a causa mais freqüente da Surdocegueira é uma síndrome que se caracteriza pela surdez desde o nascimento ou a surdez aparecendo com 4 ou 5 anos (Síndrome de Usher). Só na adolescência começam a aparecer os problemas visuais: dificuldade de ver à noite, dificuldade de sair do claro e entrar num lugar escuro e vice-versa. O problema visual é causado por Retinite Pigmentar. Outras dificuldades são em relação ao campo visual que pode ir diminuindo, mas que permite a pessoa continuar comunicando-se por meio de Língua de Sinais.

Recomendações importantes: o interlocutor deve se posicionar na frente ao Surdo a uma distância de um metro e meio mais ou menos, para facilitar que ele perceba todo o movimento das mãos. Sempre se colocar de frente para a luz, deixando o Surdocego de costas para ela.

O Surdo com Dificuldades Visuais

A criança Surda ou um adulto, que se comunica bem em LIBRAS, se vier a ter dificuldades visuais tem condições de continuar sua comunicação da mesma forma, colocando suas mãos levemente sobre as mãos da pessoa que "fala" e acompanhando toda a movimentação da linguagem gestual. Gostaríamos de dar algumas recomendações: a pessoa que "fala", deve diminuir o campo utilizado para o desenho dos gestos e respeitar o "tempo" do Surdocego para absorver a mensagem. Podemos orientar o Surdocego, no sentido das pausas na conversação: com leves toques em seu braço podemos lhe informar se ele já pode responder ou se o interlocutor ainda está falando.

A criança que apresenta surdez e também dificuldade visual, pode ser considerada Surdocega, mesmo não sendo totalmente Surda e cega, quando não consegue adquirir comunicação por meio da visão e neste caso, há necessidade de um apoio mais especializado.

O Bebê Surdocego

Se houver apoio à família para que seja orientada a manter um contato com essa criança por meio dos sentidos que não foram lesados, e estimular os resíduos auditivos e principalmente os resíduos visuais, é possível que apresente um desenvolvimento bem próximo ao de uma criança surda, desde que não haja outros comprometimentos.

Ao bebê Surdocego faz muito sentido que a família, por meio de um toque afetivo, continue passando para ele informações do que vai acontecer, por exemplo: hora de comer. Também o quanto é amado, brincadeiras que o façam sorrir, de forma que perceba sempre a presença do adulto.

Caso a criança apresente dificuldades na comunicação, existem muitos recursos e técnicas específicas para introduzir uma comunicação anterior à Língua dos Sinais, que pode desenvolver-se bem, e avançar até a comunicação por meio de LIBRAS. Esse trabalho vai depender de um atendimento especial, e por vezes mais lento mas, por mais difícil que seja, sempre é possível descobrir uma maneira de melhorar a comunicação e aproveitar toda a potencialidade da criança ajudando no seu desenvolvimento.

Surdocego Adulto

Os Surdocegos Adultos Eles podem participar da ABRASC-Associação Brasileira de Surdocegos (ver Revista da FENEIS 12 e 13) e conhecer como as pessoas estão se unindo para trocar experiências e informações assim como a RETINA BRASIL, Grupo USHER BRASIL - grupos que estudam, têm publicações e dão orientações sobre o assunto.



Cada Surdocego adulto decide qual vai ser sua forma de comunicação: alguns preferem o alfabeto seu dedo e escrevam as palavras em letra cursiva, e muitas outras forma que as pessoas criam para continuar participando de todas as atividades em casa, no estudo, no trabalho e lazer.


Carlos Roberto, Surdocego paulista, diz: "...descobri outro sentido, com o tato consigo ver o mundo". Ele se desenvolveu tão bem comunicando-se em LIBRAS que está sempre rodeado de amigos, conversando e contando piadas; aprende atualmente o Braille e prepara-se para atuar na ABRASC .


Assim vemos como as possibilidades são infinitas, assim como é infinito o potencial e a capacidade de adaptação do ser humano.


Síndrome de Usher

A comunicação com o tato facilita a vida dos portadores da doença, que afeta a audição e a visão

A bordadeira Jailma Gomes Araújo vai entrelaçando linhas enquanto aguarda o fim da aula do filho Lucas, de 9 anos, que estuda na Escola Especial para Crianças Surdas da Fundação dos Rotarianos, em Cotia, na Grande São Paulo. Suas mãos são hábeis também no uso da Libras, a Língua Brasileira de Sinais, aprendida depois que a surdez do garoto foi detectada, quando tinha 14 meses. Agora, o que Jailma vem tecendo com Lucas é um delicado trabalho de adaptação à diminuição da visão, que começou aos 4 anos, e o revelou como portador da síndrome de Usher.


De origem genética, a síndrome tem graus variáveis e associa a surdez, presente já no nascimento, com a perda gradual da visão, que se inicia na infância ou na adolescência. A cegueira, parcial ou total, é causada pela retinose pigmentar, mal que pode atingir até não-portadores. "A doença afeta primeiro a visão noturna e depois


a periférica, das laterais, preservando por mais tempo a central. Causa também sensibilidade à luz forte", diz a oftalmologista Juliana Ferraz Sallum, chefe do Setor de Retina da Universidade Federal de São Paulo. "Ainda não há cura, embora muitas pesquisas estejam em andamento", explica a médica.

  Adaptação e diagnóstico 
Enquanto a cura não vem, portadores, familiares e especialistas juntam forças para facilitar a adaptação ao cotidiano.


O primeiro esforço é sempre de ordem psicológica, para lidar com a realidade. "A resistência ao diagnóstico leva à busca de soluções que não existem e perde-se um tempo precioso", diz a pedagoga Shirley Rodrigues Maia, presidente do Grupo Brasil de Apoio ao Surdo-Cego e ao Múltiplo Deficiente Sensorial, que reúne várias instituições.


A prioridade, segundo Shirley, deve ser o aprendizado de uma nova forma de comunicação, pois a leitura de lábios ou de sinais não é suficiente diante da cegueira. Os sistemas mais usados por surdos-cegos são o Libras Táteis (em que o deficiente visual segura a mão de quem está fazendo os sinais) e o alfabeto manual (em que os sinais são desenhados sobre a palma da mão do portador). Para a orientação e a mobilidade física, o domínio da bengala é de grande ajuda.


Embora a síndrome de Usher seja incurável, é possível amenizar ou retardar alguns de seus efeitos. Há casos de surdez parcial atenuados com cirurgias e aparelhos auditivos. Os óculos também podem ser mais adequados, incluindo os de visão subnormal. "A retinose pigmentar costuma ainda ter problemas associados, como catarata e edema macular, que podem ser operados, permitindo que a pessoa enxergue melhor por mais tempo", explica a médica.


Em qualquer caso, o diagnóstico precoce é muito importante. Apesar de que os portadores possam ser até 7% das crianças nascidas surdas, a perda tardia da visão retarda a identificação da síndrome. Por isso, o Grupo Brasil vai iniciar por São Paulo a Campanha Nacional pela Saúde Ocular do Deficiente Auditivo, para estimular os exames oftalmológicos nas crianças e adolescentes surdos.


Os pais devem ficar atentos a alguns sinais característicos. A criança com Usher pode ter dificuldade de equilíbrio, além dos indícios da cegueira noturna. "O Lucas arrastava os pés, tropeçava à noite, não encontrava objetos pequenos, segurava fortemente a minha mão e se agarrava a mim para andar no escuro", conta Jailma. Por isso, os portadores merecem atenção redobrada à noite, pois sentem-se inseguros. E toda iluminação deve ser cuidadosa, porque o excesso os afeta.

Esperança sem limites
inevitável que a surdo-cegueira estabeleça limites às atividades das crianças. "O Lucas não pode brincar na rua quando escurece, pois fica mais sujeito a quedas e acidentes", explica Jailma. Mas não há barreiras para o desenvolvimento da aprendizagem, da inteligência, da sensibilidade. "Ele adora matemática, informática, filmes, teatro. É teimoso e não gosta de usar os óculos escuros quando o sol está forte. Ele também é muito esperto e sabe se virar, vai à doçaria sozinho, conhece dinheiro, faz compras", conta a mãe.


Atentos também aos outros filhos - Carolina, de 12 anos, e os gêmeos Pedro e Bia, de 6 anos, todos não-portadores e capazes de se comunicar fluentemente com o irmão -, Jailma e o marido, Pedro, vão preparando Lucas para o futuro. A mãe revela um misto de apreensão e esperança. Esperança na medicina, mas esperança principalmente no potencial de Lucas. Esperança que aumenta cada vez que ela convive com os adultos surdos-cegos que encontra nos grupos de apoio. "Conhecer pessoas que vivem essa realidade e são produtivas, têm profissões e ainda ajudam os outros, é animador. Elas me dão certeza de que meu filho tem muitas chances e as limitações não são o fim da linha", diz a bordadeira.
APOIO QUALIFICADO
Além de campanhas para estimular o diagnóstico precoce da síndrome de Usher, o Grupo Brasil de Apoio ao Surdo-Cego e ao Múltiplo Deficiente Sensorial (com 18 associados em todas as regiões do país) desenvolve uma rede de projetos para apoiar os portadores e as suas famílias. "Temos uma série de oficinas para atender a diferentes objetivos", diz Shirley. As oficinas culturais visam facilitar a sociabilização dos portadores e, em São Paulo, oferecem cursos de dança, teatro e artes plásticas. Já as oficinas de geração de renda dão treinamento para atividades profissionais, como o artesanato de papelaria, biscuí e culinária. A clínica de reabilitação ajuda a desenvolver a orientação e a mobilidade, com o uso da bengala. O Grupo Brasil fica na rua Baltazar Lisboa, 212, Vila Mariana, % 11/5579-5438, fax 11/5579-0032 e e-mail grpbrasil@ssol.com.br.

Instuições de Apoio ao Surdocego

ADefAV - Associação para Deficientes da Áudio Visão
Praça da Bandeira, 61 - Conj. 61 / CEP: 01007-020 - Centro - São Paulo - SP
Telefax: (11) 3151-4125
fax: (11) 3151-3603
www.adefav.org.br

AHIMSA - Associação Educacional para Múltipla Decifiência
Rua Baltazar Lisboa, 212 - Vila Mariana - São Paulo-SP / CEP: 04110-060
Telefone: (11) 5579-5438
FAX: (11) 5579-0032

ABRASC - Associação Brasileira de Surdocegos
Av. Clemente Pereira, 286 Ipiranga - São Paulo-SP / CEP: 04216-060
Telefax: (11) 273-9333

(11) 274-6745

Grupo Brasil de Apoio ao Surdocego e ao Multiplo Deficiênte Sensorial
Rua Baltazar Lisboa, 212 - Vila Mariana - São Paulo-SP / CEP: 04110-060
Telefone: (11) 5579-5438
FAX: (11) 5579-0032
Grupo Retina
Grupo Retina Rio 
(21) 9911-6333 Fala com José Luiz
(21) 2285-9043 Fala com Antonieta
E_mail: leopoldi@uninet.com.br

Grupo Retina Vale do Paraíba (SP) 
Contato: ocorreto@bol.com.br 
(12) 3966-3219 - Falar com Lucas

Grupo Retina Minas Gerais 
End: Av. Pasteur 89/1004  Santa Efigênia - Belo Horizonte CEP 30150-290 
(31) 9103 9480  Falar com Liliane Camargos 

Grupo Retina Ceará


Maiores informações -Tel-0xx85 257-8034 


CREAECE

CENTRO DE REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO DO CEARÁ
R: Graciliano Ramos, 1553 - Fátima - Fortaleza - CE
Fone: 3101 2167/7826/7011


Grupo Retina Goiás

Contato: retina@cbco.com.br

Maiores informações -Tel-0xx62 285-55-66  Falar com  Dr. Marcos Ávila

O DIA DA BÍBLIA.
O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o Bispo Cranmer, incluiu no livro de orações do Rei Eduardo VI um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. A data escolhida foi o segundo domingo do Advento - celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal. Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o Dia da Bíblia. No Brasil, o Dia da Bíblia passou a ser celebrado em 1850, com a chegada, da Europa e dos Estados Unidos, dos primeiros missionários evangélicos que aqui vieram semear a Palavra de Deus.

Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que se manifestassem publicamente. Por volta de 1880, esta situação foi se modificando e o movimento evangélico, juntamente com o Dia da Bíblia, se popularizando.

Pouco a pouco, as diversas denominações evangélicas institucionalizaram a tradição do Dia da Bíblia, que ganhou ainda mais força com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em junho de 1948. Em dezembro deste mesmo ano, houve uma das primeiras manifestações públicas do Dia da Bíblia, em São Paulo, no Monumento do Ipiranga.

Hoje, o dia dedicado às Escrituras Sagradas é comemorado em cerca de 60 países, sendo que em alguns, a data é celebrada no segundo Domingo de setembro, numa referência ao trabalho do tradutor Jerônimo, na Vulgata, conhecida tradução da Bíblia para o latim. As comemorações do segundo domingo de dezembro mobilizam, todos os anos, milhões de cristãos em todo o País.